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Principais motivos para remover uma tatuagem da pele

Existem vários motivos que levam uma pessoa a fazer a remoção de uma tatuagem da sua pele. Em grande parte, isso acontece com aquelas que tatuam o nome do seu ex companheiro. No entanto, existem alguns outros motivos capazes de fazer uma pessoa se arrepender da tatuagem feita. Ao ficar por dentro desses motivos, isso pode ajudar na hora de escolher a tatuagem ou mesmo se irá fazê-la. Nesse caso, é de grande importância saber mais sobre esses motivos para evitar qualquer dúvida em relação ao desenho que será feito em seu corpo. E foi pensando nessa ideia que resolvemos criar o texto abaixo. Nele, elencamos os principais motivos para remover uma tatuagem da pele. Portanto, caso você tenha interesse em ficar por dentro da nossa lista, recomendamos que continue a leitura do texto e saiba mais. Melhores formas de realizar a remoção de uma tatuagem Costumava haver uma opinião de que a remoção de tatuagens era impossível. No entanto, com a tecnologia a laser, é possível uma remoção eficiente. Seja qual for o motivo da remoção da tatuagem, existem alguns métodos de remoção que podem restaurar a pele saudável e ficar completamente livre de desenhos indesejados. O processo de remoção de tatuagem a laser é seguro, no entanto, o investimento é bastante alto e irá demandar algumas sessões. Além do mais, esse processo será ainda mais dificultoso caso você utilize tinta colorida na sua tatuagem. Isso garante que a tatuagem seja removida de forma saudável, evitando manchas na pele e problemas causados por não seguir as orientações profissionais. A remoção de tatuagem a laser é um processo lento e requer vários tratamentos. Especialmente se a tatuagem for colorida. Portanto, considere todos os motivos para a remoção da tatuagem antes de prosseguir com o desenho em seu corpo. Se você não tem 100% de certeza sobre seu desejo de ser tatuado, vale a pena observar os melhores desenhos e esperar mais um pouco até se decidir completamente. Principais motivos que levam as pessoas a removerem uma tatuagem

Como o marco legal da energia solar pode impactar a sua conta de luz

O brilho do sol nunca teve tanto efeito no país como em 2020. O Brasil fechou o ano com 7,5 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, somando as usinas de grande porte (geração centralizada) com os pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos (geração distribuída), ante 4,6 GW ao final de 2019, ou seja, foi um setor que cresceu 64% no caótico 2020. Desde 2012, a fonte já movimentou mais de 38 bilhões de reais em negócios, sendo que, apenas no ano passado, os investimentos foram de aproximadamente 13 bilhões de reais no Brasil. Embora os números impressionem, vale ressaltar que esse é um segmento de geração de energia relativamente novo no país e que carece de uma legislação particular que fixe regras específicas para quem instala os painéis solares. A discussão está posta em um projeto que tramita na Câmara e opõe as tradicionais distribuidoras de energia e os representantes da energia solar. Atualmente, existe um clima de instabilidade jurídica que paira sobre o setor, em vista que ele é regulamentado apenas por resoluções da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O projeto de lei 5829/19, conhecido como o marco legal da geração distribuída solar, promete instituir normas que acelerem a instalação de sistemas de energia solar e reduzam a conta de luz da população. Um dos principais pontos do projeto é prever uma regra de transição gradual e equilibrada para que haja o pagamento da rede de distribuição pelos micro e minigeradores de energia solar. O modelo deixaria a instalação dos painéis mais atrativa para os consumidores. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), caso aprovado, o marco legal da geração distribuída provocaria uma redução de custos de aproximadamente 150 bilhões de reais somente no uso das termelétricas até o ano de 2050, uma vez que a geração de energia própria e renovável pelos consumidores reduziria a carga sobre o sistema. A fonte termelétrica é uma das principais responsáveis pelos aumentos na conta de luz. Além da redução de custos com outras fontes de energias mais caras para o consumidor, o crescimento no número de instalações de energia solar deve gerar outros 139 bilhões de reais em novos investimentos nos próximos 30 anos. Do ponto de vista do emprego, foram abertos 86 mil postos de trabalho no setor em 2020, e a expectativa com a aprovação do marco legal é de abrir mais 1 milhão de empregos na cadeia. “O PL é importante porque traz segurança e estabilidade para o segmento. A atração de novos investimentos fica atrelada a esse marco legal”, comenta Bárbara Rubim, vice-presidente de geração distribuída da Absolar. Prova do ambiente de insegurança jurídica é uma proposta da Aneel que alteraria a compensação elétrica. Hoje, a troca entre o que o produtor fornece de energia a seus vizinhos e recebe de volta em créditos é de um para um, mas a proposição da agência faria com que esse consumidor recebesse apenas 43% do que emprestou. Com o marco legal, as regras terão um caráter mais definitivo, aumentando a previsibilidade daqueles que optarem por instalar os painéis em suas empresas e residências.
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